Em tempo de férias,
Boas Vindas! Sofro desta doença: osmose cerebral. trata-se de uma doença do foro psicológico, que consiste na deformação dos neurónios á medida que a sabedoria vai aumentando... para uns nascerem, é necessário que outros morram! Por isso peço-vos que colaborem, deixando, neste blog, alguns neurónios, pois, sendo estes artificiais, são mais fortes que os propriamente ditos, e, inclusive, estes não morrem! AJUDEM ESTA CAUSA!! O Valentim agradece!
domingo, 17 de julho de 2011
Home Sweet Home...
As casas vão ficando para trás, nesta viagem de regresso. O sol já vai mais para lá que para cá e cá dentro estamos sujos. E porcos. Poeirentos. Cansados. Mas felizes por poder, finalmente, ter o orgulho de carregar num autoclismo, como disse um dos nossos, e observar tudo a desaparecer, de poder tomar um banhinho, quente, sem mirones à volta, poder dormir uma noite, descansados, sem aranhas nem formigas nem ramos e galhos por baixo das nossas costas. Podemos finalmente comer coisas frescas, sem ter de recorrer às deliciosas ementas de pão com salsicha, atum, ou cogumelos, ou atum, ou salsicha, ou cogumelos, ou atum e cogumelos, ou cogumelos e salsicha, ou pão com pão, ou simplesmente bolachas da alegria. A felicidade de poder beber um gole de água fresca, sem ter de esperar por 45 senhoras e 37 homens que estão á nossa frente para lavar loiça suficiente para um banquete real. Podemos finalmente abrir os olhos e não sentir que todo o PÓ à nossa volta está a entrar-nos pelos olhos. Ficam, para trás, experiências e aprendizagens. Nestes dias, a nossa capacidade de decisão, de responsabilidade e coesão foram postas à prova. E não deixa de ser louvável a facilidade com que as superámos. Foram momentos marcantes, em família!
sexta-feira, 8 de julho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Տոն, عطلة,Tatil, Hari cuti, ...
sábado, 18 de dezembro de 2010
Inverno á porta...
Hoje acordei com o sol a bater-me na janela, a manhã fria, o ar rico em pureza e as nuvens... nem vê-las. A rua simplesmente sem confusão, a estrada seca e os passeios ainda com restos de folhas queimadas do Outono. O vidro da minha janela estava embaciado e o meu quarto quente como poucas vezes está.
Acordei bem. Não tive um mau acordar. Nem poderia ter. Afinal, estou de férias!
sábado, 17 de julho de 2010
Lagos, 2010
"O pôr-do-sol é lindo! O laranja-carmim e o azul-violeta conjugam-se numa simplicidade absolutamente indescritível!"
É assim a maneira que encontrei de sintetizar o resumo do meu primeiro dia de FÉRIAS… propriamente dito.
Comecei-o com um pequeno-almoço memorável e inesquecível… Bem cedinho… Bem recheadinho… Bem acompanhado… Bom! Seguiu-se a viagem. A derradeira viagem. 5 duras, estafantes, enjoativas e escaldantes horas dentro do “nosso” Renault laguna-carrinha azul escuro. As horas pareciam teimar em passar… Até que, finalmente, depois de uma desconfortável e dificultada soneca, ao abrir os olhos, deparo-me com um beco estreito e esburacado e, ao fundo… O MAR! Ia-se aproximando cada vez mais e nós seguíamos pela estradinha que parecia querer levar-nos até ele… Mas não. Ao fundo, de um só chofro, aparece a última propriedade da arriba. Aquela por nós já visitada há já dez anos consecutivos… Aquela que só termina onde começa o mar. BRISAMAR! Assim se chama. E é nela que passarei os meus próximos 15 dias, juntamente com os meus progenitores… e mano canino!
A todos desejo
umas excelentes férias,
repletas de
DESCANSO,
SOL,
PRAIA,
mas claro,
estas duas últimas,
com moderação!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Marcas para a vida...
Ganhei calos nas mãos, as dores de costas atacaram-me, o joelho rangeu, os pés feriram-se, o sol queimou-me a cabeça, a água desidratou-me a pele,...
Parte de mim dizia para eu experimentar, outra parte dizia para eu me agarrar aos estudos e deixar isso para depois, mas... decidi seguir a parte que me dava força para avançar e ir experimentar. Ainda bem que assim foi. Desta vez tive a noção que, por muitas que sejam as consequências disto, foi uma boa escolha. Foi uma boa opção. Foram bons momentos. Foram horas passadas com o melhor do que há do mundo - os amigos - a aprender, a conviver, a "gargalhar", foram horas de pura diversão.
Primeiro o vermelho. Experimentei o vermelho e... não me dei muito bem. Segui então para o amarelo. Aí sim, ganhei confiança. Mas confiança a mais. Confiança tal, que quando voltei para o vermelho, decidi virá-lo! É verdade. Aquele que ninguém vira, aquele que o mais nabo de todos os nabos nunca viraria... Pronto, enfim. Foi um "triste" momento. Depois veio a segurança e a confiança e, com elas, decidiram pôr-me num dos grandes. Num dos brancos, grandes, mais estreitos e mais instáveis... Aí, afinei! "Ui, ui, que isto vai correr mal!" - disse eu. Mas, por estranho que pareça, correu bem. Pelo menos não virei, nem bati em nada. Continuei a conhecê-lo melhor, e até a trocar alguns pareceres com ele. Ele contou-me algumas das histórias do clube e das que se passaram com ele. Decidimos, então, ir até um dos mais bonitos lugares da cidade. Foi interessante ver aquele lugar de outra perspectiva. Aquele esplêndido lugar numa perspectiva que, na minha opinião, até humaniza demais a paisagem em si. Mas, sem dúvida, que não deixa de ser AQUELE LUGAR!
Têm sido, realmente, umas óptimas manhãs!

